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sexta-feira, 8 de maio de 2015

DESILUSÃO


Despeço-me da vida tão breve fugaz
Nada mais me prende ou me cativa
Lavem o meu corpo perfumado de lilás
E de branco singelo me quero ver vestida

No caixão mais simples que houver
Fechem o meu olhar sob o negro véu
Guardem meus tristes olhos de mulher
Escondam as lágrimas que eu chorar no céu

Parto-me deste mundo, flagelada desiludida.
Façam-me cinzas que nada mais reste
Do que vivi do que fui desta triste vida

A desilusão maior só eu a tenho no peito
Levo a na morte sem nada mais que preste
Uma dor só minha de tamanho perfeito
...

musa

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