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domingo, 2 de agosto de 2015

FOGO ILUSÃO

Lindo...
Como tu...
Mulher das palavras
Que me fazem desejar

Sentir
Pecar
Amar...

Não ficaram cinzas, nada ardeu, ainda.
Mas nesta terra não cuidada
Qualquer faúlha pode atear
Um fogo imenso...
Beijo-te...
A.

Era esse fogo aceso
Nunca ateado
Chama por cumprir
E o delito um beijo
Um desejo ainda não roubado
Ainda por sentir

Nunca o instante
E as palavras a lonjura
O abraço distante
Perdido na ternura
Do beijo incumprido
Do momento perdido
Do agora essa loucura
O verso prometido

Fogo aceso
Chao ardido
O olhar tão preso
Ao nunca acontecido

Queima-me intensamente
Faz-me arder até ao fim
O prazer sensualmente
Arde o sentido
Rubro carmim

Se ainda não há cinzas ardidas
Nem as tuas mãos que nunca conheci
Ou os teus olhos o espelho
Ou as palavras proibidas
A dizerem o que senti
O tom amargo vermelho
Do pranto fogo que verti
Quando incendiada me fendi
Em versos incineração
E de poemas sedução
A chama da ilusão
Quando te conheci
...

musa

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