sexta-feira, 27 de setembro de 2013

CONVULSÃO

Mansamente mar é um grito
Queimando gélido lareiro
O fogo aceso rito
Estridente desejo
Frio braseiro
Corpo quente
Sedução
Sangue frio
Na pele sente
Escorrer o rio
Húmida excitação
Ilusão dócil torpor
Prende poro a poro
Ilusório ribeiro sedutor
Nesse insano ritual me demoro

musa

1 comentário:

ANTÓNIO LEITE DE MAGALHÃES disse...

Muito belo o poema, pena não se publicado no Face ou no meu perfil, eheheh