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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

DE UM SILÊNCIO INAUDITO

DE UM SILÊNCIO INAUDITO

Se os olhos fechados neste silêncio triste
Numa sombra ausência talhada num grito
Mãos que a luz em transparência insiste
Agarrar a lembrança do instinto inaudito

Que emerge saudade em fonte no peito
Da alma em lágrimas no rosto teu olhar
A dor tão secreta de um amor imperfeito
Que silêncio algum aí lhe possa calar

Onde nenhum grito morda de raiva intimidade
A dilacerar a pele tristeza sem nome
E jamais o amor lhe seja cumplicidade

Que o corpo perfeito adormeça em descanso
De um silêncio inaudito saciando a fome
De um beijo bonito em delicado remanso

musa

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