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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

TRISTE PENSATIVA

Há um poema de um choro cativo de solidão
Um verso lavrado nos sulcos do rosto triste
Pelas palavras que por dentro a alma insiste
Desbravando a tristeza ao escrever da mão

Pensamentos que de saudade amadurecidos
São pelo sentir dos versos loucura do refrão
Na carne lavrada de tristeza pelos sentidos
Esse poema que dá ao rosto escrita desilusão

Triste pensativa alma madura sentimento
Transfigurado rosto semblante em flor
É talvez espelho alma duro consentimento

Há nos traços do olhar vínculo de uma paixão
Cativando na pele o corpo de tão ingrata dor
No olhar as portas da alma abertas à ilusão

musa

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