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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

AMOR INCERTO

AMOR INCERTO

Não esqueci o amor na inquieta paixão
Do silêncio súbita ausência por viver
Estremecimento de pele e sentidos nessa ilusão
Que o polme dos dedos agarra o nada em grito de prazer

E estende pelo tempo a saudade em espessura
A lembrança dos abraços na mortalha esquecimento
Como se maior fosse por dentro essa loucura
De sangrar em lágrimas a desdita em sentimento

Por ti consumado o amor carnal
Os poros do corpo todo inteiro amado
Amor arrebatado ferindo como afiado punhal

A golpe fundo no peito da mais vil tristeza
Que amar quem não nos ama até é pecado
Viver por viver e morrer na incerteza
...
musa


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