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terça-feira, 8 de abril de 2014

SOPRO

SOPRO

Aceso lívido respiração olhar
Atónito sentido a querer sentir
Apenas um suspiro a naufragar
Onde chegar é sempre partir

Sopro de asa na conjunção
Arte temporal nobre iniciada
Estendal versos imaginação
Fruto da vertical atravessada

Respira verso solto na atadura
Das palavras sons respiradas
Como se forma fosse loucura
Assim no poema enformadas

Sopro húmido frio nevoento
Quase vendaval cálida bruma
Voz silêncio respiro cinzento
Sobre as palavras a espuma

Melodia edificada sonoridade
Soprada aos ventos rochedos
Espandem o eco sensibilidade
E conta ao mundo os segredos

musa

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