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quinta-feira, 28 de abril de 2016

ANONIMATO

ANONIMATO

Morrerei a amar te
Morrerei desse sentir
Morrerei de amor
E ninguém saberá
Quem ama a poetisa
Ninguém descobrirá
Morrerei a cantar te
Morrerei a fingir
Morrerei de dor
Tão pouco tu
Paixão que mói e pisa
Faz sofrer existir
Dolente torpor
Anónima solidão
Que dói a ferir
Intima canção
Trágico querer
Angustia de viver
Impossível ilusão
Sorrir a fingir
Vontade de morrer
E tu sem saber
E tu sem querer
No silêncio ausente
A morte consente
A dor ferida
Anónimo prazer
Morrer a viver
No palco da vida
...

musa

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