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domingo, 22 de dezembro de 2013

SERENIDADE - F. Schubert - Serenade


SERENIDADE

Guardo em mim um amor quase poema
Refrão de um verso por cumprir
A palavra mansidão doce serena
Na forma mais plácida a se sentir

E tem já no sangue raiz sentimental
Impassibilidade entrelinhas do soneto
Faz-se emotividade de um sentido carnal
Na humidade fria de sais e de cloreto

São lágrimas tingindo o pranto da serenidade
Que olhar e sorriso parecem docemente compor
Feito musica murmurando sentido sensibilidade

Tenho-o no peito engrandecendo em fantasia
Inominado sentir brota em choro esse amor
Em palavras poemas versos de delicada poesia

musa

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