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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

AO AMANTE DA POETISA

Se um dia disserem que a poetisa amou alguém
Perdeu-se de amores por um forasteiro sedutor
Amou-o inteiro pele e sentidos como a ninguém
Entregou-lhe corpo alma a vida e todo seu amor

Falou-lhe ao ouvido em cânticos versos declamados
Algumas vezes em gemidos se sentiu assim morrer
E nas palavras proferidas e nos silêncios provocados
Eram chamas de um fogo ateado excitação e prazer

Eram amantes em horas curtas de seduzido temporal
Afogando urgências de boca dedos olhar e doce poesia
Amavam-se de sentir em profunda necessidade carnal

Gestos urdidos sentimento em silenciada cumplicidade
Feiticeiro e bruxa presos em flor desabrochada magia
Num jardim de perfumado sexo luxuria e sensualidade

musa

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