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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

AMOR

AMOR

Amor

Palavra fenecida
Tortura
Ternura
Tecida

Talvez a seda da vida
A teia prisioneira
Onde a dor escondida
Obsidia e ateia
A trama sentida
Da desilusão

O fio condutor
Da viva paixão
Que suplica querer
De amor
Fogo do coração
Alma incandescente
Ardente sabor

Todo corpo consente
Queima e arde
Sem se ver
E até pode acontecer
Rio que invade
Olhar de pranto
Tal é o desencanto
Que apetece morrer
musa 

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