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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

BATALHA DE AMOR

BATALHA DE AMOR

São rebentos de uma primavera tardia
Este amor aprisionado de sonhos vencidos
Pois lutei e guerreei todas as guerras que havia
E fui no tempo que amei derrotada pelos sentidos

Este amor que sentimos e não podemos viver
Dele ambos sabemos ser secreto punhal
Mortífera arma com que lutamos desejo e prazer
A insana loucura de pele e sentir carnal

A ferida de guerra a marcar alma de sofrimento
Sem vencedor nem vencido na eterna paixão
Resta o louvor sussurrado como lamento

Enamoramento intimidade em batalha no leito
Ferida que dói sem se ver no coração
E fica a sangrar de amor no meu peito
...
musa

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