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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

VOO SEM DONO

VOO SEM DONO

Há no meu ombro nu
Regaço descanso
O abraço manso
Onde tu
Vens poisar

A gaiola aberta de carinho
O caminho sossego até ao olhar
De raminho em raminho
Pássaro sem dono
A esvoaçar sentidos
Evadido do sono
Passos perdidos até encontrar
O voo da secreta intimidade
Por entre as grades da saudade
Cúmplice sentir da sedução
No ombro a tímida mão
Abre as asas para o desejo
Da gaiola aberta da boca ternurenta
Solta se a loucura de um beijo
Em gozo doido a sorrir
Ávida esvoaçando sedenta
De liberdade e sentir
...
musa

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