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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

PEDRA DA MORTE

PEDRA DA MORTE

Sou estas pedras semeadas flor de sal
Grosso granito basalto ou xisto florido
Sou a carne o sangue a alma o sentido
E ainda a magnânima essência natural

Com que escrevo as palavras em poesia
De marés agrestes do alto da montanha
A respirar ofegante horizonte e maresia
Rochedo que encandeia de luz estranha

O poema murmurado grito em vendaval
Do alto mar ou da terra em prece a Deus
Sei e sinto em mim a veia transcendental

Dos versos que enfraquecem a minha vida
Como tempestade vinda em pranto lá dos céus
Chovem pedras iluminadas pela partida
musa 

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