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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

ENTRE POETAS


ENTRE POETAS

Que rio de mágoas este no meu peito
Este frio leveza que arrepia até a alma
Penas que aconchego corpo em que me deito
A devassa hora infindável e calma

Entre poetas desassossego transcendental
Que ninguém parece compreender
É em mim desumano e tão carnal
Esse deslumbrado triste estranho meu viver

Quererá o corpo enfim libertar-se da vida
Se a morte é tão apetecível e desejada
Nos versos confidencia a prece sentida

Estão tão presentes e ninguém sabe
Como aquém e quasi seja nada
O mistério insondável num verso a trave
...
musa

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