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segunda-feira, 4 de abril de 2016

CONFIA A DOR

CONFIA A DOR

Caiaram as paredes de silêncio
O chão amadurece odor e brilho
Dor em vale de lençóis cava o trilho
Corpos lavados doce polimento
Lavrados de suturas e desinfectante
O sossego inócuo delirante
Esconde-se numa lágrima desalento
Algo demorado e distante
Fugidio e lento
Trémula a voz confia
A um outro dia
Um outro tempo
...

musa

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