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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

MORTE LUZ

MORTE LUZ
Onde os olhos seguem a luz moribunda
Das dores ausentes palavras silêncios florescidos
Liquidas lágrimas onde a vida se afunda
Na inquieta dormência do tempo dos sentidos

Se se apaga no pranto enchente dessa dor
Por mais que eu a negue dentro de mim
A luz morte no infinito desencanto do amor
Que em silente sofrimento me leva ao fim

Martírio jardim das trevas no meu ser
Semente em terra húmida de cegueira
Misteriosa ilusão que me invade sem se ver

Delírio onde a escuridão rasga luz tão forte
Relâmpagos iluminando a alma dessa maneira
Que tanto me faz desejar essa doce morte
...

musa

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