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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

TERROR

TERROR
O rosto do medo lívido ensanguentado
Tem uma bala acesa no peito
Diante do palco iluminado
A música pesada embala no leito
Da escuridão dormente
O sonho desfeito
De tanta gente
A mão assassina pressiona o gatilho
Mata cobardemente de forma indiferente
Nem um grito nem um choro nem um canto
Pelas ruas o sangue marca o trilho
Mas pedras frias um olhar inocente
Desanimo desencanto
Sem luz sem brilho
Sem vida
A noite é águia de terror
Devora em pranto
Enfurecida
Rasga a alma de dor
De uma cidade ferida
...

musa

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