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sábado, 5 de setembro de 2015

FRAGILidade

FRAGILidade
Frágil idade esvoaça o tempo
Candura etérea da hora que avança
Sensibilidade e sentimento
Loucura demora doce e mansa
Essa de asas do pensamento
Que não desiste nem se cansa
Nem tem receio do vento
E voa em fragilidade persistente
Manhãs tardes e noites todos os dias
Em docilidade obediente
As asas das fantasias
Que a vida consente
A estranha dança da borboleta
Na luminosidade incandescente
Do lilás ao violeta
Fluorescente
Voa tremula secreta
A fragilidade do sentir
A luz que desperta
Do voo ao fugir
Um dia deixamos as asas queimar
Como as borboletas encantadas
Em ofuscados sonhos de palavras
A frágil idade da ilusão ao sonhar
Rimas de contentamento iluminadas
Risos espanto e magoas
Historias por contar
Descontentamento
...

musa

1 comentário:

Jaime Portela disse...

Um magnífico poema.
Onde as palavras nada têm de fragilidade...
Gostei muito das suas palavras.
Ana Bárbara, tenha uma boa semana.
Beijinhos.