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domingo, 29 de março de 2015

NÃO ESQUEÇAS DE MIM SEM EU SABER

Nas fímbrias temporais há resquícios de mim
A dura pedra onde repousa o tempo
Perdidos corais em profundezas sem fim
Um mar de sentidos em naufragado pensamento

Águas lavradas de murmúrios suspensos
Lágrimas em cascata de suspiros perdidos
Nevoeiros derramados delírios densos
Sonhos mutilados de viver esquecidos

E até as sombras se enchem de luz
Iluminando o esquecimento de saudade
Tanta é a tristeza que de brilho seduz

O silêncio duro da pedra fria onde o descanso
Esquece a fúria endurecida crueldade
Saber desse sentir rude e manso
...
musa

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