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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

A VOZ DOS MORTOS

A VOZ DOS MORTOS
É à noite que ouço a voz dos mortos
A insônia viva dentro de mim
Os olhos na escuridão absortos
Em busca da luz rasgando como espadachim
Brechas fendidas de recôndito desfalecer
O grito consciente silenciado sem fim
Na noite desprovida de quieto adormecer
Murmúrio prece ladainha cortante
Vibra o silêncio reza do escuro dos sentidos
A noite do pensamento no limbo do ser
Negra pesada longa espessa alento amante
Invade desde os tempos idos
A hora noite distante
Da voz dos vivos
...

musa

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