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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

TALVEZ

TALVEZ
Ama o meu corpo
Com silenciados versos
Feitos pelo teu olhar
O poema que talvez
Do meu ser te revele
A intima louca nudez
Em poesia de pele
E doces sentidos
Com palavras nunca ditas
Actos e instantes consentidos
Beijos aqui e além dispersos
Onde a tua boca consiga beijar
Por caminhos proibidos
Tesão de versos
A cintilar
E se no meu amor acreditas
Em cada milímetro de pele
Do amargo ao húmido mel
As mãos doces bonitas
No trilho do prazer
Somos o querer
Pede o meu corpo perto do teu
Bocas coladas por um beijo
A língua perdida na intimidade céu
Onde acontece o delírio do desejo
Porque existe a vontade
De deixar acontecer
Entre nós a cumplicidade
De um amor poder viver
...

musa

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