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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

PASSADO DESPERTO

PASSADO DESPERTO
A luz tísica bruxuleando na lamparina das lágrimas frias
Tombando a cerca do pasto dos sonhos
O prado verde de árvores despidas esguias
Espectros de formas lívidas sombrias
Ensombram de silêncios medonhos
De folhas ausentes vazias
Um passado por sentir
Junto ao tanque de alma lavada
Cheguei de onde pude partir
De um céu azul coberto
Resta quase nada
A ser descoberto
Se o permitir
As memórias enxutas suspiradas
No profundo segredo tão perto
São árvores de folhas arrancadas
Lembranças por consentir
De um passado secreto
Vivo desperto
Por existir
...

musa

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