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sábado, 10 de janeiro de 2015

AUSENTE DISTÂNCIA

AUSENTE DISTÂNCIA
Teias nebulosas ensombram gritos
Clareira lume gestos metralhados
Azedume adocicado sangue escritos
Corpos suspensos da vida decepados

Mensageiros do medo em silêncio proscrito
Ódio profundo a uma liberdade prece
Nas mãos a arma incentivando o grito
Do clarão de fogo que a maldade tece

Ausente distância do real imaginário
O sonho desfeito que explode infeliz
Demente relutância do credo sanguinário

Tão perto a revolta que incendeia sentidos
Aperta no peito a palavra que se diz
Ninguém silencia ideais destemidos
...

musa

1 comentário:

rui disse...

Lindas palavras num momento critics da decadência da Humanidade!