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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

CHUVA DE SETEMBRO

Agride sombridade orvalhado dia
Há sol e chuva na luz já outonal
Quanto de Setembro será poesia
Na luminosidade densa sepulcral

Do gozo esvaecido na chuva fria
O olhar estende lúgubre arrepio
Na clara intensa frialdade do dia
Descansa nas horas tempo sombrio

Pálidos sons no inerte sentir delicado
Os pingos engrossando a sensação
Do olhar em pranto do céu desolado

Chove em Setembro o Outono não é ainda
Que a mais melancólica e alada estação
Trazendo ao dia a chuva que não mais finda
...
musa
...


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