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quarta-feira, 28 de maio de 2014

ALDEIA E LUZ

ALDEIA E LUZ

Fragmentos da visibilidade indulgente
Regurgita a luz bucólica do instante
As fráguas abrem-se dorido ventre
A dureza do granito diamante

Resplandece a luz montanha do sentido
Como se a aldeia fosse toda a claridade
Que uma manhã do meu olhar perdido
Rasga o pranto da invisível saudade

Nascida dor além trás os montes e o rio
Fica a luz da aldeia nos versos a refulgir
Estendendo pelos montes manto sombrio

Saudade do ventre roubado morte prematura
Não há pedras mais duras do que este sentir
Que abraça escuridão esta agreste loucura
...
musa

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