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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

AZUL NOITE

AZUL NOITE

trouxeste o azul noite ao olhar tingido
ofuscando a alma de memórias inocentes
acordaste o corpo de um todo sentido
que ainda dessa calma cor em ti consentes

o azul que na escuridão despe o ser
firmamento bebido em sal da tua pele
em noites de solidão que eram de intenso prazer
no calor das mãos com sabor a mel
que adentro do olhar eram doces e quentes
no infinito azulado dos desejos nascentes
feitos de um azul escurecido
aceso por palavras inventadas
no murmúrio silêncio consentido
na pele e na alma assim beijadas

o escuro azul da noite em céu de estrelas
adormecido ventre do teu olhar
vagueando o sentir de azuis quimeras
fica na noite sensível saudade a recordar

musa

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