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sábado, 19 de outubro de 2013

À ESPERA

Está calmo cansado
Este mar de pedra
Esta terra sem fim
A espera que se erga
Tormenta dentro de mim
Mar quieto em desassossego
Por dentro desperto pavor medo terror
Em lavras pedras humedecidas sal segredo
Que aguas profundas tingam solidão
No sal das lagrimas acinzentadas
Raios tempestade chuva trovão
Em céu de loucuras iluminadas
Há toda uma saudade ilusão
Maresia inquietude ternura
Imensidão loucura
Ainda espero que chova
Antes que eu morra
...

musa

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