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quarta-feira, 1 de maio de 2013

AO POETA DESAPARECIDO


Um dia fez se um poema da voz mordida do Poeta
Gritaram no silêncio quando tudo se calou
Falaram da morte que a vida desperta
Do tempo que a Poesia chorou
Na vida estranha incerta
De lágrimas derramou
O verso pranto

Ao poeta desparecido
Guarda-se o sentido
Noite e dia

Calou-se o Poeta Nuno Guimarães
Gritam as palavras com soluços de poesia
Na voz emudecida de tantas mães
Que calam a dor até ser dia
A noite sentida que traz a morte
E num rumo louco muda a sorte
Morre a Poesia por tão pouco
Anda tudo em lamento
Absurdo este mundo louco
Assim se perde o tempo
Que fazem aos Poetas
Porque choram tanto
Poemas e lágrimas secretas
São da vida pranto
...
musa


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