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sábado, 18 de fevereiro de 2012

FÊMEA NOITE



Não sei que faço destes sentidos
poetados em mar das tuas vagas
como rasgar ondas sem nada ferir
em casco de sonhos já perdidos
no tanto humedecido deste sentir
num turbilhão pensar em espiral
mar que de palavras navegador
assume a noite a névoa gutural
o canto o riso o choro o grito
em tua barca leva poemas
mar profícuo guardião
alma errante velejador
fica na noite aguardando
dissipar escuridão
lua poetizada
fêmea
sonhando
realizada
vida
poema
...
musa

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