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segunda-feira, 25 de julho de 2011

ESCREVER É SENTIR


Escrever é sentir
É ser além da escritura
Nobreza de consentir
Da alma sua loucura
Do corpo seu tormento
Matar fome de secura
Em melancolia lamento
Saciada literatura
Em doce consentimento
Que na escrita perdura
Pedra pensamento
Aço sentimento
Sentir do ser
E por dentro
Transparecer
Palavras magia
Força poesia
Prosa e Verso
E ser do universo
Profundo sentido
Das palavras abrigo
Magia de pensar
Dizer do sentir
E com o verbo amar
De escrita repartir
O que não se pode guardar
Em imensa alma sentida
Prosa e Poesia
De toda uma vida
...
musa

1 comentário:

Barthes disse...

O ofício do poeta,enquanto asceta,é fazer as descobertas,mantendo as portas da intuição sempre abertas,para apontar um norte para eventuais trilhas incertas.