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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

MAR DE MIRAGENS

Nessa tua alma angústia possa eu florir
Ser-te a escuridão vestida de lua cheia
E de claridade em sombras te possuir
Onde de terna luz em vagas ela ondeia

Desassossego espanto todo mar e areia
Que na noite me chama para assim unir
Todo sangue luz que corre em cada veia
Palavras claridade que parecem se abrir

Num terno doce pranto de ondas em desejo
Como se vagas fossem árvores da floresta
As folhas eu agito em murmúrios dum beijo

Misturo mar e campo em sombras paisagens
Na negra noite abro de luzes essa louca festa
E toda eu me revelo nua lua mar de miragens
musa

1 comentário:

Celso Mendes disse...

A escuridão se veste de lua cheia em teu poema onde te revelas lua nua mar de miragens. E voamos na leitura de teus devaneios belos e sensuais.