Cartão de Visita do Facebook

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

nasceu JOANA a princezinha

PARABENS AOS PAPÁS ANABELA E JORGE E AO MANO TIAGO
Princesa de Portugal, filha do rei D. Afonso V e da rainha, sua mulher, D. Isabel. 
N. em Lisboa a 6 de Fevereiro de 1452; fal. no convento de Aveiro a 12 de Maio de 1490. 
O nascimento desta princesa causou o maior entusiasmo e alegria, por não haver sucessor, e logo no berço foi jurada em cortes por princesa herdeira do reino, titulo que pela primeira vez se dava em Portugal. O nome de Joana, que recebeu no baptismo, fora em memória de S. João Evangelista, a que sua mãe consagrava cordial afecto. Desde muito criança mostrou tendências para a vida religiosa. Tinha 15 anos quando faleceu a rainha sua mãe, e D. Afonso V logo lhe deu casa com a mesma grandeza e fausto, e por mordomo, primeiramente a Fernão Telo de Menezes, do seu conselho, e depois a D. João de Lima, 2.º visconde de Vila Nova da Cerveira. A princesa continuou na sua vida religiosa, tornando-se digna da admiração de todos pelas suas elevadas virtudes, e pela forma com que ao decoro da sua pessoa unia os rigores da maior austeridade, porque no público ostentava pelas galas a pompa e fausto senhoril, e no interior ocultava por baixo delas a estamenha grosseira, o cilício e outros instrumentos de penitencia. Não faltava nas festas e nas danças com o semblante alegre, mas não perdia um só momento de se entregar com humildade ao jejum, à oração, e sobretudo às muitas esmolas que repartia com largueza, e por sua própria mão aos pobres. Chegou a ter por divisa, pela sua grande devoção, e a mandar pintar uma coroa de espinhos em todas as salas do seu paço, fazendo-a gravar em sua prata, e esmaltar em todas as suas jóias. Alguns príncipes desejaram tê-la por esposa; Luís XI, rei de França, pediu-a em casamento para o delfim seu filho; Maximiliano, rei dos romanos, filho do imperador Frederico III; [Ricardo III], rei de Inglaterra; porém a santa princesa todos rejeitou, porque o seu maior desejo era consagrar-se a Deus. 
Em 1471, voltando D. Afonso V da tomada de Arzila e de Tanger; determinou Santa Joana cortar por tudo que se oferecesse contra a sua vocação, e tomar o hábito de religiosa. Esperou o pai, vestida ricamente e adornada com as melhores jóias, beijou-lhe reverente a mão, declarou sua vontade, requereu como paga do mesmo triunfo que ele ganhara, instou, e conseguiu, ainda que contra vontade de D. Afonso, o que ela mais desejava, a entrada no claustro. Passou primeiro ao mosteiro de Odivelas para a companhia de D. Filipa de Lencastre, sua tia; sentindo, porém, abraçar-se em desejos de mais austera observância, resolveu recolher-se no convento de Jesus de Aveiro da ordens de S. Domingos, por ter fama de grande austeridade, preferindo-o ao de  Santa Clara, de Coimbra, que seu pai lhe apontava. Fez a sua entrada solene no referido convento de Aveiro com a mesma, D. Filipa, sua tia, a 3 de Agosto de 1472. Desejosa de professar, passados dois anos e meio depois da sua entrada, a 25 de Janeiro de 1475, vestiu o hábito com todas as cerimónias da religião. A deliberação da piedosa princesa causou o maior desgosto a D. Afonso V e a seu filho, o príncipe D. João, que se opuseram energicamente, assim como os grandes do reino, levando os povos a protestar por seus procuradores à porta do mosteiro contra aquela resolução, de que podiam resultam graves perigos para o reino em vista da falta de sucessores à Coroa, mas esses rogos, nem a doença, de que esteve quase sendo vitima antes de terminar o ano de noviciado, fizeram desistir a princesa do seu propósito. Não pôde, contudo, professar, porque uma junta de teólogos congregada na presença do soberano para decidir tão importante assunto, resolveu que a princesa estava obrigada em consciência a deixar essa pretensão. D. Joana, vendo que não podia realizar o seu desejo, contentou-se em ficar no convento como secular, não havendo meio de a resolver a voltar à corte. No ano de 1479, porém, sobreveio-lhe nova tribulação com a peste que se desenvolveu em Aveiro, e a santa princesa foi constrangida a sair do convento a 7 de Setembro e a retirar-se à vila de Avis, e depois a Abrantes. Cessando o mal, passados 11 meses, recolheu-se outra vez ao seu convento. Com a morte do rei seu pai em 1481 e tendo sido aclamado seu irmão D. João II, fez voto solene de castidade a 25 de Novembro do referido ano, continuando com maior fervor os seus costumados exercícios com todos os rigores de religiosa, até que faleceu. Foi sepultada no coro, onde em 1577 D. Ana Manique de Lara, duquesa de Caminha, lhe mandou fazer um túmulo de ébano, marchetado de bronze dourado. 
Pelas suas virtudes o povo principiou a considerá-la santa, culto que já lhe rendia em vida, mas que aumentou em devoção depois da sua morte. No ano de 1626 começou-se com grande empenho a diligência da sua beatificação. Abriu-se o túmulo, e encontrou-se o corpo como se tivesse ali sido depositado naquela hora; tiradas as inquirições de seus milagres pelo bispo de Coimbra D. João Manuel, se lhe mandou pendurar diante uma lâmpada de prata. Foi canonizada a 4 de Abril de 1693, por Inocêncio XII, concedendo que no reino e seus domínios se pudesse rezar desta virgem, e pudessem ser veneradas as suas imagens, e invocar a protecção, como bem-aventurada, a rogos do rei D. Pedro II e de todos os prelados e magistrados do reino. O referido monarca D. Pedro II lhe mandou fazer um sumptuoso mausoléu de jaspe finíssimo lavrado com variedade de embutidos, mas só depois da sua morte, é que as santas relíquias para ali foram trasladadas, a 25 de Outubro de 1711. Sobre o mausoléu estão as quinas portuguesas, e na face a coroa de espinhos que a santa adoptara por divisa. O mausoléu estava cercado de lâmpadas, e o duque de Aveiro, D. Gabriel de Lencastre, lhe ajuntou 5 primorosos candeeiros de prata de grande valor, que doou ao mosteiro. Santa Joana foi senhora da vila de Aveiro e seu termo, menos a jurisdição que não quis nunca, e de todas as rendas, direitos reais dízimos de pescado, com a sisa e imposição do sal da mesma vila; e dos lugares de Mortágua, Eixo, Requeixo, a quinta de Vilarinho e de Balsaime, com todos os seus reguengos de que se lhe fez mercê a 19 de Agosto de 1485, como consta do Arquivo Real.   

sexta-feira, 30 de abril de 2010

PENAS DA ALMA PARA A MÃO - CONVITE


Convite


A Papiro Editora e a autora Ana Bárbara de 
Santo António têm o prazer de convidar V. Exa. 
a estar presente na apresentação do livro Penas 
da Alma para a Mão que terá lugar no dia 3 de 
Maio de 2010, pelas 23h00, no Café Pinguim, 
Rua Belmonte, 67 - Porto 

Apresentação da obra a cargo de Rui Spranger


Sinopse da obra:
 “É um livro cheio de metáforas, onde jorra a força feminina aliada à vida das palavras. O elemento líquido, sob a forma de mar e de rio, invade muitos poemas e penetra nas palavras, fornecendo-lhe a seiva do amor e transformando o acto de escrita em êxtase. A marca feminina que caracteriza esta obra, através de alguns títulos, versos e mesmo pelas várias referências ao corpo e à vida da mulher, impõe-se como a verdadeira imagem do livro; aliás o título é todo ele no feminino. No entanto, há um poema que é um louvor à poesia e ao poeta, sem a reivindicação de sexo, o que reforça o gosto e a sua aceitação do/ no feminino, embora o eu confidencie que, por vezes, há um desajustamento com o tu e com os outros. O encarceramento da palavra até à sua libertação, traduzindo metaforicamente o percurso psíquico e mental do sujeito, é a trave-mestra desta poesia e o guião que apoia o leitor a interpretar as penas que a pena escreveu através da mão.”              

domingo, 28 de março de 2010

sábado, 27 de março de 2010

RUSSA A BURRINHA TECEDEIRA Apresentação/Divulgação

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No âmbito das comemorações Dia Mundial do Livro, a Papiro Editora em parceria com a Bertrand, pretende promover um encontro com um escritor/ilustrador, para que este possa ensinar às crianças e jovens como é concebida ou criada uma obra, contar uma história, falar sobre livros, a realizar no dia 23 de Abril (10h00 ou 11h00), na Bertrand de Guimarães, com Apresentação Divulgação do livro infanto-juvenil Russa a Burrinha Tecedeira.





A PAPIRO EDITORA e o Agrupamento Escolas Francisco Torrinha convidam para a Semana da Leitura "a realizar-se de 19 a 23 de ABRIL, numa divulgação apresentação do livro infanto-juvenil Russa a Burrinha Tecedeira.






Apresentação divulgação do livro "Russa - A Burrinha Tecedeira" da nossa autora Ana Bárbara de Santo António no dia 3 de Maio pelas 10h00, no Externato Delfim Ferreira, em Riba d'Ave/Famalicão.


Evento a realizar na "Feira dos Artesãos"



Apresentação Promocional - 2010
3 Maio - 10h00
Extrernato Delfim Ferreira, rua Pombinhas, Riba Ave, Vila Nova de Famalicão
Apresentação: Ana Bárbara de Santo António
de Ana Bárbara de Santo António


Biografia da Autora:

Nascida a 04 de Dezembro de 1965, em Torre D. Chama, concelho de Mirandela, distrito de Bragança, na província portuguesa de Trás-os-Montes, frequentou a escola primária e o liceu em Mirandela. Em 1990/93, frequentou o Curso Superior de Turismo no ISAI — Instituto Superior de Assistentes e Intérpretes, no Porto. Deixou o país e emigrar temporariamente para países da Europa, vivendo em Paris, em Londres, em Colónia, sempre à procura de temas – situações que lhe enriqueçam a alma para pôr o seu espírito à prova das palavras, atirando-a para uma ocupação letárgica, onde apenas faz sentido o trabalho da escrita, porque gosta de escrever sentindo o peso da caneta com que escreve há mais de trinta anos, pois só a escrita lhe liberta o pensamento da prisão dos sentidos e da dureza dos sentimentos.
– Editou Penas da Alma para a Mão, poesia, 2006 e Teu Cancro Meu, Testemunho, 2008, com a chancela da Papiro Editora

Sinopse da Obra:

«Vou contar-vos as aventuras da burrinha do meu avô, que se chama Russa. O meu avô João gosta muito dela! A minha avó, por vezes, chama-lhe “Tecedeirinha”.
Sabiam que os burros são uma raça em extinção?! Actualmente, um, dos oito animais em todo o mundo, em maior perigo de extinção total?!
– Olá! Eu sou a Russa! Uma burrinha divertida. Tenho o mesmo nome da minha mãe, da minha avó, da minha bisavó e da minha trisavó.
– A primeira burrinha que se chamava Russa nasceu em Portugal antes das invasões francesas. A sua mãe vivia muito sossegada numa quinta em frente ao rio Ave, num lugar chamado Souto de Bairros, em Santiago de Bougado, freguesia da Trofa, 24 km a norte do Porto, na margem esquerda do rio Ave. Lugar esse que serviu de local de acampamento às tropas de Napoleão em 1809, durante as Invasões Francesas.»

***

Kassandra Talk no Facebook:

Ana Bárbara: Acabo de ler RUSSA. A Burrinha Tecedeira. O livro é muito simpático e curioso, e percebo porque é que as escolas estão interessadas nele: é um livro pedagógico, de interesse não só para a disciplina de História, mas também para as disciplinas de Trabalhos Manuais (não sei se é assim que se chamará; em Inglês, 'Arts and Crafts') e Biologia/Meio Ambiente, pois os temas do processo de fabrico do linho, os diversos tipos de linho que existem/existiam, os animais em perigo de extinção também estão muito bem desenvolvidos. Uma das minhas escritoras favoritas é a Barbara Kingsolver, precisamente porque quando termino de ler um dos seus livros, sinto-me mais 'inteligente'; sinto que aprendi algo de novo sobre um tema interessante, até aí desconhecido ou simplesmente ignorado por mim. Conseguiste isso também neste livro, com explicações simples e claras, por exemplo 'Depois de fiado, era colocado através de um sarilho (espécie de dobadoura, aparelho giratório onde se enrolam os fios das maçarocas para formar as meadas, pequenas porções de fio enrolado) em meadas.' (p.10)Acho que também cheguei a mencionar que gostava dos livros em que as personagens têm um 'background', uma história familiar – tal como a tua Russa!!! Bom, ficas a saber que vou recomendar o teu livro à minha mãe (professora do ensino básico reformada, mas ainda com muitos contactos nas escolas locais onde vive) e à tal minha amiga de Lisboa, que é professora de Português-Francês.Parabéns! E obrigada por mo teres oferecido e autografado (!) - acho que, na altura, com a conversa, nem cheguei a ler com atenção o que me escreveste – gostei mesmo muito da dedicatória. Um abraço.

***

domingo, 7 de março de 2010

MULHER-A-DIAS SEM TEMPO

Sete estações de uma MULHER
E não é uma qualquer
É uma Mulher-a-dias
Mulher de todos os dias
Mulher sem dias

Passa por ela o tempo
Veste-a de ásperas estações
Despe-a de sentimento
Em nudez contradições
Aridez do pensamento
Numa pauta de variações
Leva-lhe por vezes o alento
Dessa vida de paixões

Olhar devorador
Seios fartos
Sexo pudor
Dor dos partos
Ato de amor


Desdobra-se polvo gigante
Na cama faz-se amante
Na vida dona de casa
Do cansaço distante
Entre os lençóis uma brasa
De um fogo vil diamante
Que a consome de descanso
Em tempero leve e manso
Quase desprotegida
Morre dia-dia sentida
Tempo remanso
Dura vida

Alimenta o filho ao peito
Outros dias já na boca
Deita-se no leito
Ama como louca
Uma mão para a cozinha
Dobra a espinha limpa o pó
Estendendo a roupa se anima
Sabendo que dela ninguém tem dó
Varre o chão da sua solidão
Engoma a roupa perfume de vapor
Sem tempo de levar à boca o pão
Trabalha silenciada sua dor
E no fim dos tempos
Esvoaça um sorriso
Liberta asas dos seus tormentos
Mostra-se feliz quando é preciso
musa

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

AMOR

amo como nunca amei
um amor que sangra alento
de ouro de lei
viaja por dentro
corre


que morre
mas ninguém conhece
intemporal profundo
luz quando amanhece
e é dia em todo mundo

um amor dorido
me fazendo sentir viva
com tamanho sentido
de dama musa diva

amo como nunca amei
sinto a tua presença
de lágrimas já te chorei
fundidas nossas almas
resta-nos uma sentença
o que de ti guardei
o que de mim tu salvas
réstia de indiferença
de amor ressalvas

amor maravilhoso
que possa em mim viver
feliz e não desgostoso
intenso de belo prazer
vivo delicioso
...
musa

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

VIDA MARIONETA







Tem dias que não sei
se sou deste mundo
se o mundo é destes dias
tal o sentimento profundo
que mede mágoas e alegrias

sinto-me estranha marioneta
nesta existência presa de laços
sem rumo destino caminho meta
que leve a bom porto meus passos

às vezes não sei se me querem
se sou essa ausência sem nome
por dentro aceito tudo o que me derem
o que sacie minha sede e mate a fome

pergunto-me porque existo assim
sem morada de uma alma cansada
num
labirinto onde se esconde tudo
porque tantas vezes penso no fim
e sonho
mais do que vivo acordada
sem forças de viver o que nunca mudo

não sei
se alguma vez
alguém irá entender
este inferno de sentidos
quem sabe
talvez
possam compreender
todos meus castigos
e me ajudem a
ver
esses caminhos perdidos
entre o viver e o morrer
entre o querer e o
fazer
...
musa

A todos os Poetas da letra e da Imagem!... Descanço e sonho do poeta...Jose D`almeida d.m

costureiro de poesia...
lavra em linhas folhas furos
costura rimas versos antologia
dos tristes fortes fracos sensiveis duros

a velha máquina de costura
de peito aberto ao cansaço
adormece prazeirosa loucura
em doce sonho seu abraço

à luz ténue da noite amante
sonha o poeta o livro pronto
pé no pedal ritmado cantante
faz correr linha papel e ponto

persiste ainda sonho nostalgia
livros cosidos à máquina à mão
recordações de prosa a poesia
guardadas em cofre do coração
...


musa

DIA MUNDIAL DA POESIA 21 de MARÇO


Amei-te em tempo incerto
porque já nasci grávida de ti
poesia mar deserto
areia humedecida
poema senti
morte vida

morro
a cada palavra que desmancho
cada poetar que não nasce
cada vertar de águas
cada lágrima
poetada

vivo o pranto da poesia
choro por dentro calada
invade-me a noite e o dia
vivo quase cruxificada

quase morta de tantos sentidos
partos de um dentro quase fora
pensamentos assim perdidos
onde uma solidão se demora

nasci poema de sangue alma
num corpo poesia atormentada
perco o tempo perco a calma
à palavra abandonada

e deixo sentir
sombras poetizadas
primavera por florir
de raizes arrancadas

morro de poesia
todos os dias
morro viva
sentida
perdida
tida

viva morta
rendida
sempre que essa poesia
bate à minha porta
noite e dia
proclamada
declamada
palavreada
...

musa

Dueto (Dedicado a poeta Ana Bárbara de Santo Antônio)

Há dois pontos Duas taças cristalinas Uma mulher e uma menina Eles delas a brindar Há dois versos Dóis sóis, um universo Dínamos da constante cósmica Há duas luas Duas lógicas Dois barcos a navegar Há dois hiatos Dissílabos em expansão Dois cristais Uma canção Duas chaves Dois segredos Duas coragens Dois medos Dois destinos A bailar Há duas leis Duas hipóteses Dois teoremas Tu tão deusa Eu tão pequena Há um desafio no ar Há dois espaços Dois tempos Dois intentos Tu da água Eu dos ventos No teu deserto a escavar Há duas mentes Dois olhares Dois serventes Eu tão duo Tu somente Duas forças Um olhar Há um pensamento Duas vontades Desconexas Eu tão sinistro E tu tão destra Uma sílaba par Há duas saídas Um labirinto Dois mantras Um tesouro Um cais agudo Há quase tudo Quase nada Há um verso Uma morada Um amor Um esperar... RUSSO,T.C.F.
José Lourenço FlorentinoComentário de José Lourenço Florentino 25 minutos atrás
Sem palavras!... para comentar este poema encantador!!!
Jorge Cortás Sader FilhoComentário de Jorge Cortás Sader Filho 2 horas atrás
Harmonia e maturidade, descritas em linguagem simples, mas de conteúdo vigoroso. The sabe o que faz. Beijos. Fico solidário na homenagem a Ana Bárbara, sem intrometer-me na verdade do poema, mais um acerto de Theresa.
Ana Barbara de Santo AntonioComentário de Ana Barbara de Santo Antonio 2 horas atrás
Excluir comentário... profusão de palavras em dança poética... ciranda silhueta bailarina de sentidos que encanta esgota respiração e se faz musa pela mão de um sonho em poesia...sensibilidade na sensualidade do grão aqui semeado... fico extasiada por esta paixão de pensamentos à qual me curvo com agrado remetido e partilho sentimentos com um só sentido... venero seus ditos como minha deusa de palavras...
Harmonia e maturidade, descritas em linguagem simples, mas de conteúdo vigoroso. The sabe o que faz. Beijos. Fico solidário na homenagem a Ana Bárbara, sem intrometer-me na verdade do poema, mais um acerto de Theresa.
... profusão de palavras em dança poética... ciranda silhueta bailarina de sentidos que encanta esgota respiração e se faz musa pela mão de um sonho em poesia...sensibilidade na sensualidade do grão aqui semeado... fico extasiada por esta paixão de pensamentos à qual me curvo com agrado remetido e partilho sentimentos com um só sentido... venero seus ditos como minha deusa de palavras...
Às 14:36 em 6 janeiro 2010, EstherRogessi disse...
Ana, boa tarde! Poeta é poeta, até ao comentar! Fico na observância... A forma com que cada pessoa comenta, diz bem mais do que um livro inteiro... Revela: inteligência, sensibilidade ou a falta dela, criatividade, competência e algo mais... Obrigada por tua sensibilidade e competência, és um filtro poético! Por que obrigada? Porque és um presente para os amantes da poesia... Beijos! Responder Exibir a cadeia
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