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quinta-feira, 2 de julho de 2009

CORPOS (COM)SENTIDOS A (A)MAR - VIII

Aceita-me corpo com sentido de amar
Estendida em teu imenso areal
De uma vida antiga
Aceita-me ser baluarte
Pedra poema
A tua arte
Sinfonia de mil cores tema
Desse teu amor de uma palavra
À pena rendida
Teu dilema
Eu
Tua serva
Aceita-me ser
Tua vida
Deixa-me ter
O mar
E a terra
O céu
E neste chão descolorido
Nasçam auroras de palavras intensas de luz
Floresçam poemas com sentido
Ao ler tanto de ti
Que aqui seduz
Como se fora beleza de flor
Ao sentir o que senti
De poesia
E cor

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