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quinta-feira, 2 de julho de 2009

CORPOS (COM)SENTIDOS A (A)MAR - IX

Corpo de mal amada
Fim de tarde esfriado em melancólica poesia
Sereno sol outonal respira ofegante doce crepuscular
Deixa-se esmorecer ao fim do dia
Espectacular
Rasgam-se nuvens em choro lento
E toda a terra molhada
Parece morrer alento
Na chuva
Talhada
Vento
Corpos em vestes ao corpo coladas
Seios nus de encanto
As formas iluminadas
Em suave pranto
Chuva doce
Como se névoa fosse
Cai nos corpos manto
Deixa consentir
Das formas tanto
Sentir

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