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quinta-feira, 23 de abril de 2009

VALADO DE POEMAS

Em ti papel roubado
enterro meus poemas
em mar alterado
toda eu de vagas soltas
em leito azulado
cada onda é uma palavra
fruição de sentidos
em corpo cansado
em ondas revoltas
pensamentos perdidos
num valado de poemas
em ti descarno meu ser
faço-me de gozo permitido
regozijo letras de prazer
tinta que escorre
vaga gemido
e num poema ser
imenso mar
aqui enterrado
em lento vibrar
docemente morre
poetizado

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