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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Olhar Céu Mar

Se pudesse mostrar-te agora

Nestes céus o meu olhar o céu e o mar

O maravilhoso infinito eterno dessa hora

Ainda alto o sol a brilhar

As águas a quererem tê-lo só para elas

Um leito sereno azul sem mácula de brisa

Imortalizado nas mais belas aquarelas

Prenhe minha visão que por aí desliza

O ar soprando sem lhe levantar os véus

Apenas meus olhos que o agitam de tanta excitação

E desse jeito te mostro o meu viver a minha razão

As voltas de encantos na brisa de sonhos oferecidos

Levando de mim no vento

Prantos há tanto tempo acontecidos

Por esse sentimento

E agora quem és tu que do seio do tempo

Me vens alimentar

De promessas de vida

Em que eu possa acreditar

Sentida

No crepusculo prateado te espelhas de alma como um sol doirado

Possa eu ser assim

Um ser nas tuas mãos um astro aprisionado

Quente cálido brilhante sem fim

Nesse ocaso

De luz

Afogueado

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